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Sobre

Beatriz Prazeres (2000, Vila Nova de Gaia) é artista plástica, vive e trabalha entre Vila Nova de Gaia e o centro do Porto. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas, com especialização em Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2022). No ano seguinte realizou um estágio Erasmus + na Eugeniusz Geppert Academy of Fine Arts, em Breslávia (Polónia), durante o qual teve a oportunidade de participar no 14º Festival de Altas Temperaturas e integrar duas exposições coletivas. Ao seu percurso somam-se três formações em vidro soprado no CENCAL (Marinha Grande) e três participações na Contextile - Bienal de Arte Têxtil Contemporânea (Guimarães) em contexto académico. Concluiu o Mestrado em Artes Plásticas, com especialização em Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2025). Participa ativamente em projetos expositivos desde 2021, de entre os quais se destacam o envolvimento na coordenação e participação na exposição coletiva In Medias Res (Polónia 2023); a exposição coletiva do Prémio Árvore das Virtudes - 4ª Edição, na Árvore (Porto, 2024), com atribuição de Menção Honrosa; a exposição coletiva Giroflé Giroflá, na Caldeiraria (Porto, 2025); e a exposição individual Se eu fosse uma borboleta, na Galeria do Museu (Porto, 2025). Atualmente dinamiza workshops, integra projetos artísticos e pedagógicos e desenvolve a sua prática artística no seu estúdio em Vila Nova de Gaia.

Beatriz Prazeres explora conexões entre o universo sensível e criativo infantil e a ficção enquanto motor investigativo, metodológico e criativo. A partir do cruzamento entre a recordação, o imaginário, a ficção e o autoconhecimento, surgem ferramentas que auxiliam e informam a prática escultórica. No laboratório artístico, a ideia de atlas como potência criativa permite colocar em confronto imagens, referências, materiais e conceitos de diferentes naturezas, revelando possibilidades escultóricas através da experiência com o objeto, sistemas codificantes e plásticos. É neste lugar de encontro entre os diferentes componentes práticos e teóricos que a tridimensionalidade estimula a mediação interpessoal e evidencia a importância de partilhar novas narrativas. Emergindo destes processos, o trabalho artístico desdobra-se numa ampla narrativa poética, sensível e imaginativa, onde se geram novas relações entre espaço e tempo, imaginação e objeto, animal e vegetal, real e ficcional. 

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